“Quando um bebê nasce, a primeira coisa que todo mundo quer saber é o sexo. Nos primeiros dias de vida a diferença parece mais anatômica, mas a medida em que vai crescendo, o bebê começa a se comportar como menino ou menina. Um problema controvertido é saber até que ponto esse comportamento tem base biológica ou é uma questão de aprendizado. Algumas feministas existem em dizer que todas as diferenças comportamentais são ensinadas e que, deixando-se de lado as discrepâncias biológicas evidentes, a mulher é igual ao homem. Outros dizem que homem é homem e mulher é mulher, e é por razões biológicas que os dois sexos se perecem, se comportam e até mesmo se movimentam de modo diferente. Os entendidos em cinética têm levantado um certo número de provas que reforçam os argumentos feministas.” (DAVIS, 1979:23)
A medida que vai crescendo, o bebê começa a se comportar como menino ou menina. O problema é saber até que ponto esse comportamento tem base biológica ou é uma questão de aprendizado:
1. Algumas feministas existem em dizer que todas as diferenças comportamentais são ensinadas => a mulher é igual ao homem.
2. Outros dizem que é por razões biológicas que os dois sexos se parecem, comportam e se movimentam de modo diferente => homem é homem e mulher é mulher.
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