PESQUISA BIBLIOGRAFICA
De acordo com leituras
realizadas em artigos, literaturas, o que pude compreender sobre
pesquisa bibliográfica é desenvolvida com base em material já elaborado,
constituída principalmente de livros e artigos científicos. Embora
quase em todos os estudos seja exigido algum tipo de trabalho dessa
natura, há pesquisas desenvolvidas exclusivamente a partir de fontes
bibliográficas. Boa parte dos estudos exploratórios pode ser definida
como pesquisa bibliográfica. As pesquisas sobre ideologias, bem como
aquelas que se propõem a analise das diversas posições acerca de um
problema, também costumam ser desenvolvidas quase exclusivamente
mediante fontes bibliográficas. As fontes bibliográficas são em grande
número e podem ser classificadas: Fontes Bibliográficas (Livros,
publicações periódicas “jornais e revistas”, impressos diversos). Os livros constituem as fontes bibliográficas por excelência. Em função de sua forma de utilização, podem ser classificadas como leitura corrente ou de referencia. Os livros de leitura corrente abrangem as obras referentes aos diversos gêneros literários (romance, poesia, teatro etc.) e também as obras de divulgação, isto é, as que objetivam proporcionar conhecimentos científicos e técnicos.
Os livros de referencia, também denominados livros de consulta, são aqueles que têm por objetivo possibilitar a rápida obtenção das informações requeridas ou, então, a localização das obras que as contém. Dessa forma, pode-se falar em dois tipos de livros de referência: livros de referência informativa, que contém a informação que se busca, e livros de referencia remissivos, que remetem a outras fontes.
Observa-se que a principal vantagem da pesquisa bibliográfica reside no fato de permitir ao investigador a cobertura de uma gama de fenômenos muito mais ampla do que aquela que poderia pesquisar diretamente. Essa vantagem torna-se particularmente importante quando o problema da pesquisa requer dados muito dispersos pelo espaço. Em muitas situações, não há outra maneira de conhecer os fatos passados se não com base em dados bibliográficos.
PESQUISA DE CAMPO
O que pude perceber é que o
estudo de campo apresenta muitas semelhanças com o levantamento.
Distingue-se, porém, em diversos aspectos. De modo geral pode-se dizer
que o levantamento tem maior alcance e o estudo de campo, maior
profundidade. Em termos práticos, podem ser feitas de duas distinções
essenciais. Principalmente, o levantamento procura ser representativo de
universo definido e oferecer resultados caracterizados pela precisão
estatística. O estudo de campo procura muito mais o aprofundamento das
questões propostas do que a distribuição das características da
população segundo determinadas variáveis. Como consequência, o
planejamento do estudo de campo apresenta muito maior flexibilidade,
podendo ocorrer mesmo que seus objetivos sejam reformulados ao longo da
pesquisa. O estudo de campo, estuda-se um único grupo ou comunidade em termos de suas estrutura social, ou seja, ressaltando a interação entre seus componentes. Dessa forma, o estudo de campo atende a utilizar muito mais técnicas de observação do que de interrogação.
No estudo de campo, o pesquisador realiza a maior parte do trabalho pessoalmente, pois enfatiza importância de o pesquisador ter tido ele mesmo uma experiência direta com a situação de estudo. Também exige do pesquisador que permaneça o maior tempo possível na comunidade, pois somente com essa imersão na realidade é que se podem entender as regras, os costumes e as convenções que regem o grupo estudado.
Apresenta também suas desvantagens. De modo geral, sua realização requer muito mais tempo. Como, na maioria das vezes, dados são coletados por um único pesquisador, existe risco de subjetivismo na análise e interpretação dos resultados da pesquisa.
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