O plágio
muitas vezes ocorre pelo fato de muitos optarem por soluções mais
fáceis. Deste modo o nível de conhecimento acaba sendo comprometido não
respondendo as exigências do mercado de trabalho. É necessário que os
alunos pensem por si mesmos, pesquisem e procurem criar suas respostas
podendo aprender, se capacitar e atender as demandas do mundo que o
cerca.
A pesquisa
científica busca complementar a formação do aluno. Por sua vez, o
mercado de trabalho vem exigindo cada vez mais que os profissionais
tenham um bom nível de conhecimento e que estejam em contínuo processo
de aperfeiçoamento, capacitando-os a entender a dinâmica do mundo
globalizado que está à sua volta (FARAH JÚNIOR, 1999, p. 1).
É comum a
prática deste ato ilícito, às vezes por não terem noção de que plágio é
crime e simplesmente por ser a forma mais rápida acaba utilizando esse
método. É ai onde entra a ação do professor, pois é obrigação dos
educadores informar e alertar os seus alunos sobre esta prática.
“ O papel do
professor passa a ser, também, o de incutir no aluno o despertar por um
rigor científico necessário, revestido de uma indestrutível postura
ética”. (FURTADO, 2002, p. 4).
Comungando
com os ensinamentos de Costa Neto (1998, p. 189), o plágio constitui
crime de “usurpação intelectual” dos mais repudiantes, pois que “por sua
malícia, sua dissimulação, sua consciente e intencional má-fé”, o
plagiador apropria-se de obra intelectual alheia como se sua fosse.
Para que um
cidadão se torne um profissional competente é preciso que ele siga todos
os princípios éticos, não só em relação à apropriação de autorias
alheias.
Nenhum comentário:
Postar um comentário